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	<title>Letsrider! ™ The Blog</title>
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	<description>Batendo perna na web...</description>
	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 15:57:00 +0000</pubDate>
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		<title>Cr&#237;tica: o Transg&#234;nico que voc&#234; ainda n&#227;o viu</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 15:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Carvalho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Discussões]]></category>

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		<category><![CDATA[soja]]></category>

		<category><![CDATA[transgenico]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; 
&#160;&#160; Todos sabemos que hoje vivemos num mundo que vive atrás dos jogos de propagandas, das identidades visuais, das grandes marcas e de suas especulações. Todos sabemos que muita coisa é escondida por trás disso tudo. Mas você já ouviu as verdades do trangênico? Sente, pegue uma batata-frita, uma Coca e relaxe&#8230; 
&#160;
O que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a title="Transgênico" href="http://www.flickr.com/photos/letsrider/3048391914/"><img title="Transgênico" alt="Transgênico" src="http://farm4.static.flickr.com/3176/3048391914_7f5ba6de3b.jpg?v=0" /></a>&#160; </p>
<p>&#160;&#160; Todos sabemos que hoje vivemos num mundo que vive atrás dos jogos de propagandas, das identidades visuais, das grandes marcas e de suas especulações. Todos sabemos que muita coisa é escondida por trás disso tudo. Mas você já ouviu as verdades do trangênico? Sente, pegue uma batata-frita, uma Coca e relaxe&#8230; </p>
<p>&#160;</p>
<blockquote><h1><strong>O que é um transgênico?</strong> </h1>
</blockquote>
<p>&#160;</p>
<p><strong>&#160;&#160; <u>T</u></strong><strong><u>ransgênico</u></strong> é a definição para aquele alimento que foi geneticamente modificado. Seu objetivo é tornar mais resistente à pragas e menos vulneráveis à mudanças de climas. Será? O transgênico pode ser feito de duas maneiras: Recolhendo um fragmento do <u>DNA</u> de um organismo e mistura com outro fragmento de outra espécie. Esse novo fragmento é inserido na planta, servindo como &quot;t<u>ransportador</u>&quot; de características de <u>DNAs</u>. OU Ao invéz de juntar <u>DNAs</u> de dois organismos, coloca-se o gene diretamente na planta. Já começa daí. Um grande fato omitido por todos: durante o processo de mutação, ocorre <strong>reações químicas</strong> de reações ainda desconhecidas, nâo havendo certeza dos resultados das transformações. Prova disso? </p>
<p>&#160;</p>
<p><em><span style="color: #2095c1">&#160;&#160; &quot;</span></em><em><span style="color: #2095c1">Em 1980 a indústria japonesa Showa Denko K.K. usou bactéria transgênica para produzir triptofano, um amino-ácido usado como suplemento alimentar. Uma toxina mortal foi produzida devido a alteração no metabolismo interno do microorganismo. A aceleração do processo de criação da molécula de triptofano gerou reações entre substâncias intermediárias criando a toxina mortal. Isto levou a morte nos EUA, onde o produto foi vendido, de 35 pessoas e mais de 1500 ficaram com problemas físicos permanentes.&quot;</span></em> </p>
<p align="right"><a href="http://www.corpohumano.hpg.ig.com.br/abr2003/trans.html"><strong>FONTE</strong></a> </p>
<p>&#160;</p>
<p> <span id="more-308"></span>
<p>&#160;</p>
<p align="center"></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<blockquote><h1>A verdade do transgênico</h1>
</blockquote>
<p><a href="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/transgeniccoreimaged2.jpg"><img title="Transgenic Core ImageD2" style="display: inline; margin: 10px" height="116" alt="Transgenic Core ImageD2" src="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/transgeniccoreimaged2-thumb.jpg" width="240" align="left" /></a>&#160; </p>
<p>&#160;&#160; Em alimentos transgênicos, há o <strong><u>silenciamento genético</u></strong>. Isso, de maneira grossa, é uma limitação. Tente entender: essa limitação serve para que os genes introduzidos não se manifestem na planta ou animal para que não alterem a composição genética do ser vivo. É a proteção entre espécies. Para ilustrar, pense em você comendo um tomate. Os genes do tomate não se manifestam dentro do nosso organismo, por isso não temos as características de um tomate. Para romper essa barreira, um conjunto de genes é introduzido na planta junto com o gene de mutação de interesse comercial. Esse conjunto de genes são trechos de <strong>vírus</strong>. O trecho mais utilizado é o <strong>CaMV35S</strong>, que provém de um vírus geneticamente semelhante ao vírus HIV, Hepatite B e Leucemia Humana. Esse trecho de DNA do vírus foi comprovado que se consumido, pode trazer até mesmo câncer. Esse trecho é absorvido pelo intestino e corre para os vasos sangüíneos, se ligando ao código genético de algumas células da pessoa. </p>
<p>&#160;</p>
<p align="center">
<p>&#160;&#160; Já dá para ter idéia porque o transgênico é tão criticado por alguns países e ciêntistas. Fora que é pura mentira que o transgênico é mais resistente à insetos e pragas. O transgênico é modificado para ser mais resistente contra o <strong>HERBICIDA</strong>, e não contra a praga. Isso implica em sérias conseqüências. Os venenos excessivos contaminam o lençol freático e o solo. Também atrapalha na variabilidade natural das sementes, ou seja, cada vez mais e mais as sementes serão parecidades. A partir desse momento, a variabilidade genética será destruida e então as sementes e plantas dificilmente se desenvolveram e se adaptaram sozinhas ao clima e solo, precisando cada vez mais da modificação genética. Caso o transgênico prevaleça, o milho plantado nos EUA terá o mesmo gosto e estética dos milhos do Brasil ,caso comprado a semente na mesma fornecedora. Pensando alto, o mundo está sendo monopolizado e manipulado até no gosto da população. Isso de um modo geral acarreta a perda de certas culturas, que tem em suas características o tradicional sabor da culinária. </p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;&#160; Agora vem a parte não-orgânica da história, mas sim da ganância. O transgênico pode ser interpretado com uma forma<a href="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/transgeniccrop.gif"><img title="transgeniccrop" style="display: inline; margin: 10px" height="163" alt="transgeniccrop" src="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/transgeniccrop-thumb.gif" width="240" align="right" /></a> de dominação sobre a venda de sementes no mundo. Hoje a semente é um bem livre. Para se cultivar um pequeno terreno, basta você comprar na venda um saco de sementes ou até mesmo chegar ao seu vizinho e pedir um pouco de semente para você começar a desenvolver a plantação. O transgênico nada mais é que a fome do poder. Com o transgênico, as semente serão patenteadas e a plantação antes mesmo de começar terá que passar por cima das transnacionais. Serão papeladas e burocracia em cima do produtor, que será forçado a aumentar o preço da venda. Isso porque além de ter que pagar pela semente, ele também terá que pagar pela tecnologia usada. Serão mais herbicidas utilizados e seu método de produção terá que ser modernizado. Grande custo para pequenos proprietários, que serão a resistência da onda transgênica. </p>
<p>&#160;&#160; </p>
<p>Você sabia que, por exemplo, a soja transgênica não se reproduz mais de uma vez? Isso é aplicado pelas grandes transnacionais, fazendo com que os produtores dependam mais e mais deles. E dos bancos. </p>
<p>&#160;</p>
<blockquote><p><strong>A desculpa</strong> </p>
</blockquote>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;&#160;&#160; A fome no mundo. <u>MENTIRA</u>. Uma forma de legitimar o mercado transgênico. Qualquer um pode perceber que o problema da fome no mundo não é causado pela falta de alimentos, mas sim a má-distribuição. Disso nem é necessário se falar muito. Mas agora, tem um problema. As pessoas vêem o problema com um olho tapado. Você, depois dessa leitura, irá para seu ORKUT ou passará a crítica para que outras pessoas possam ter conhecimento? Você pode reclamar? Ou você aceita tudo com é? E daí se é transgênico?</p>
<p>&#160;</p>
<p align="center">O homem está construindo a base para a própria destruição. Será que você faz parte? Pense bem. </p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Essas são minhas fontes, leia:</strong> </p>
<p><a href="http://www.corpohumano.hpg.ig.com.br/abr2003/trans.html">O Corpo Humano – Transgênicos</a> </p>
<p><a href="http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/01/302636.shtml">CMI Brasil</a> </p>
<p><a href="http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&amp;cod=26325">Perigo do transgênico: expansão da cultura de soja no mercosul </a></p>
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</ul>
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		<title>Reda&#231;&#227;o: Mulher Trabalhadora</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 16:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Carvalho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 

Tema da redação: A mulher na sociedade brasileira já conquistou um equilíbrio entre sua atividade profissional e sua vida familiar?
&#160;
 
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Mulher Trabalhadora


&#160;&#160;&#160;&#160; A mulher nunca deixará de ter uma importante atuação nos papéis da casa, mas cada vez mais ela encontra dificuldade em equilibrar o peso de um trabalho no mercado com o peso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><img title="Mulher Trabalhadora" alt="Mulher Trabalhadora" src="http://farm4.static.flickr.com/3036/3013243270_452f5ec796.jpg?v=0" /> </strong></p>
<p align="center"><strong></strong></p>
<p align="center"><strong>Tema da redação:</strong> A mulher na sociedade brasileira já conquistou um equilíbrio entre sua atividade profissional e sua vida familiar?</p>
<p align="center">&#160;</p>
<p> <span id="more-303"></span>
<p>&#160;</p>
<p></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p align="center"><strong><u>Mulher Trabalhadora</u></strong></p>
<p align="center"><strong><u></u></strong></p>
<p align="center"><a href="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/woman-work1.jpg"><img title="woman_work1" style="display: inline; margin: 10px" height="240" alt="woman_work1" src="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/woman-work1-thumb.jpg" width="194" align="left" /></a></p>
<p>&#160;&#160;&#160;&#160; A mulher nunca deixará de ter uma importante atuação nos papéis da casa, mas cada vez mais ela encontra dificuldade em equilibrar o peso de um trabalho no mercado com o peso de seus deveres domésticos.</p>
<p>&#160;&#160; Pesquisas revelam: pela primeira vez em toda a história do Brasil, a mulher conseguiu ocupar local de igualdade aos homens em relação à representação da população economicamente ativa, atingindo a importante marca de cerca de 53%. Estamos em uma década em que a mulher não é vista mais apenas como doméstica, e sim como trabalhadora. E como suprir essa falta de atividades diárias no lar?     <br />&#160;&#160; Pesquisas do IBGE apontam dois lados: a mulher continua trabalhando em casa, exercendo dupla jornada de trabalho, o que acaba trabalhando 3 horas a menos na semana do que o homem, conseqüentemente ganhando 10% menos que eles. Mas o homem está mais participativo dentro de casa, fazendo o trabalho que antes era somente destinado a elas.    <br />&#160;&#160; Outra forma encontrada para suprir a falta das atividades do lar, é o serviço terceirizado. Basta andar 200 metros e encontrar na esquina uma lavanderia, onde a roupa sai limpa, cheirosa e passada em menos de uma hora. </p>
<p>&#160;&#160; Apesar de existirem várias formas de agilizar e substituir os trabalhos domésticos, tudo isso não consegue igualar o trabalho bem feito da mulher. Qual delas não gosta de arrumar as coisas da sua maneira? Ou quem conseguiria cuidar de um filho da mesma maneira forma que uma autêntica mãe o faria?</p>
</p>
</p>
</p>
</p>
</p>
</p>
</p>
<p>&#160;</p>
<p align="right"><strong>Autor:</strong> Rafael Heringer Carvalho</p>
<p align="right">&#160;</p>
<div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:be303b29-d03c-4c98-b872-a1c1fe6f56bc" style="padding-right: 0px; display: block; padding-left: 0px; float: none; padding-bottom: 0px; margin-left: auto; width: 377px; margin-right: auto; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/texto" rel="tag">texto</a>,<a href="http://technorati.com/tags/reda%c3%a7%c3%a3o" rel="tag">reda&#231;&#227;o</a>,<a href="http://technorati.com/tags/mulher" rel="tag">mulher</a>,<a href="http://technorati.com/tags/trabalho" rel="tag">trabalho</a>,<a href="http://technorati.com/tags/trabalhadora" rel="tag">trabalhadora</a>,<a href="http://technorati.com/tags/brasil" rel="tag">brasil</a></div>
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		</item>
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		<title>Reda&#231;&#227;o: Maturidade Penal</title>
		<link>http://letsrider.com/blog/texto-maturidade-penal/</link>
		<comments>http://letsrider.com/blog/texto-maturidade-penal/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 22:05:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Carvalho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Jovem]]></category>

		<category><![CDATA[Textos]]></category>

		<category><![CDATA[crime]]></category>

		<category><![CDATA[maioridade]]></category>

		<category><![CDATA[maturidade]]></category>

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		<description><![CDATA[ 

Tema da redação: A maioridade penal no Brasil deveria ser diminuida de 18 anos para 16 anos? Definir um solução viável para o sistema de maioridade penal. 
&#160;
 
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Maturidade Penal

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&#160;&#160; “Um menino de 17 anos, aparentemente bem estudado e de classe baixa, com um futuro esplêndido, agora estava envolvido com o tráfego de drogas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><a title="Maturidade Penal" href="http://flickr.com/photos/letsrider/3005741575/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3192/3005741575_c485a3fe80.jpg?v=0" /></a> </strong></p>
<p align="center"><strong></strong></p>
<p align="center"><strong>Tema da redação:</strong> A maioridade penal no Brasil deveria ser diminuida de 18 anos para 16 anos? Definir um solução viável para o sistema de maioridade penal. </p>
<p align="center">&#160;</p>
<p> <span id="more-299"></span>
<p align="center">&#160;</p>
<p align="center"></p>
<p align="center">&#160;</p>
<p align="center">&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p align="center"><u><strong>Maturidade Penal</strong></u></p>
<p align="center"><strong><u></u></strong></p>
<p align="center">&#160;</p>
<p><a href="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/criminal.jpg"><img title="criminal" style="display: inline; margin: 10px" height="196" alt="criminal" src="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/criminal-thumb.jpg" width="192" align="left" /></a>&#160;&#160; “Um menino de 17 anos, aparentemente bem estudado e de classe baixa, com um futuro esplêndido, agora estava envolvido com o tráfego de drogas e crimes do artigo 157 do código penal.     <br />&#160;&#160; Acabara de sair da prisão, acusado de homicídio culposo, sem intenção de matar. Sua vida, antes, era bela, a tal de ponto de se tornar estagiário de fotógrafo, chegando a seu auge ao lado de grandes nomes do paparazzo, presenciando e fotografando um acidente de carro sofrido por uma celebridade. As autoridades acusavam todos os fotógrafos que faziam seu trabalho tirando imagens desta celebridade dentro de seu novo automóvel e que agora fotografavam uma cena terrível de morte, afirmando que os <i>flashs</i> das câmeras atrapalharam a percepção visual da mulher ao dirigir. O menino, de 16 anos, aparentemente bem estudado com um futuro esplêndido, foi julgado e condenado a 1 ano de prisão.” </p>
<p>&#160;&#160; Essa seria uma possível cena das conseqüências de um prisão abaixo da maioridade penal atual.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;&#160; No Brasil, o sistema penal não está mais conseguindo sustentar o grande número de crimes ocorrentes, tanto para maiores de idade quanto para os menores de 18 anos. Uma mudança é necessária para que o sistema se auto-sustente. Reduzir a maioridade penal traria exatamente o inverso. Crianças e jovens que cometem delitos devem receber tratamentos sociais totalmente diferenciados dos verdadeiros mal-feitores da sociedade.    <br />&#160;&#160; A definição da maioridade deve não ser por idade e sim qualificada por sua competência de relação social e capacidade de auto-aprendizado , ou seja, sua maturidade.     <br />&#160;&#160; Para que um sistema auto-sustentável funcione, também é necessária a criação de diversas instituições de convivência social vindas do poder público, onde disponibilize psicólogos, educadores e professores com curso especial, voltados para a manipulação de crianças, jovens e adultos no intuito de aprimorar a maturidade e mostrar novos caminhos a serem seguidos. Tais instituições devem ser divididas <a href="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/criminal2.jpg"><img title="criminal2" style="display: inline; margin: 10px" height="152" alt="criminal2" src="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/11/criminal2-thumb.jpg" width="240" align="right" /></a>por setores maturais, onde se agrupam as meliantes de acordo com sua capacidade social, realizado por testes psiquiátricos de alto-nível, e não por idade. Nestes espaços, cada integrante recebe aulas e cursos, além de prestarem serviços gratuitos para o governo, a fim de gerar lucro suficiente para manter a própria instituição. Tudo isso ajudaria profundamente os delinqüentes a voltarem com uma nova vida, priorizando o bem do próximo.</p>
<p align="justify">&#160; </p>
<p align="justify">&#160;&#160;&#160; Um menino de 17 anos, aparentemente bem estudado e de classe baixa, com um futuro esplêndido, acusado pelas autoridades de homicídio culposo, sem intenção de matar, agora estava cursando o Ensino Médio em uma das escolas concebidas pelo governo, realizando seu sonho de terminar os estudos e ter chance na vida de fotógrafo. Essa seria a realidade da maturidade penal.</p>
<p align="right">&#160;</p>
<p align="right">&#160;</p>
<p align="right">&#160;</p>
<p align="right"><strong>Autor:</strong> Rafael Heringer Carvalho</p>
</p>
</p>
</p>
</p>
</p>
</p>
<p>&#160;</p>
<div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:7b94375a-dbc9-4ea3-9037-f7795024d01d" style="padding-right: 0px; display: block; padding-left: 0px; float: none; padding-bottom: 0px; margin-left: auto; width: 360px; margin-right: auto; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/maioridade" rel="tag">maioridade</a>,<a href="http://technorati.com/tags/penal" rel="tag">penal</a>,<a href="http://technorati.com/tags/socieade" rel="tag">socieade</a>,<a href="http://technorati.com/tags/maturidade" rel="tag">maturidade</a>,<a href="http://technorati.com/tags/jovem" rel="tag">jovem</a></div>
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</ul>
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		<title>Briefing para pessoa f&#237;sica</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 23:51:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Carvalho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Design]]></category>

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&#160;&#160; Estamos acostumados a ver modelos de briefing na internet redirecionados especificamente à empresas ou pessoas jurídicas. Mas como podemos fazer um briefing focando o usuário comum que deseja fazer um website pessoal, portfólio ou blog customizado?
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 Chame o Jurídico!
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&#160;&#160; Geralmente, um website pessoal&#160; demanda menor atenção judicial por ser um projeto mais rápido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a title="Briefing para pessoas fisicas" href="http://www.flickr.com/photos/letsrider/2990538594/"><img title="Briefing para pessoas físicas" alt="Briefing para pessoas físicas" src="http://farm4.static.flickr.com/3016/2990538594_7c2a2f7d7f.jpg" /></a> </p>
<p align="center">&#160;</p>
<p align="center">&#160;&#160; Estamos acostumados a ver modelos de <strong>briefing</strong> na internet redirecionados especificamente à empresas ou pessoas jurídicas. Mas como podemos fazer um briefing focando o usuário comum que deseja fazer um website pessoal, portfólio ou blog customizado?</p>
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<h4 align="left"><a href="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/listtodoblank.jpg"><img title="list-to-do-blank" style="display: inline; margin: 10px 20px 10px 0px" height="240" alt="list-to-do-blank" src="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/listtodoblank-thumb.jpg" width="192" align="left" /></a> Chame o Jurídico!</h4>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;&#160; Geralmente, um website pessoal&#160; demanda menor atenção <u>judicial</u> por ser um projeto mais rápido e barato que o normal. Mas nem por isso devemos deixar de dar atenção a um <u>briefing</u> bem elaborado. Sobre essa atenção <u>judicial</u>, vale apena lembrar que um simples acordo feito por email formalmente vale judicialmente como qualquer outro documento escrito e assinado. Mas a melhor maneira de validar um <u>contrato</u> e tornar legal é por meio da <u>assinatura digital</u>. O <u>contrato</u> por email equipara-se a um <u>contrato</u> por correspondência, onde o papel é substituído pela <u>comunicação virtual</u>. Alguns requisitos são necessários para a legalidade de um <u>contrato virtual</u>: seu conteúdo deve se tornar imutável, sob qualquer aspecto e a perfeita identificação das partes. Tudo isso serve tanto para um <u>contrato</u> pessoa física X pessoa jurídica (e vice-versa) como pessoa física X física e jurídica X jurídica.</p>
<p align="left">&#160;</p>
<h4 align="left">O que é um Briefing mesmo?</h4>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;&#160; Provavelmente se você está lendo isso daqui é porque já sabe o que é um <u>briefing</u>. Mas como não sou maldoso com os curiosos, vou dar um pequena explicação sobre o que é e onde aplicar. Não me estenderei muito, já que existem milhares de blogs que falam sobre isso, basta dar uma pesquisada no Google. Um artigo que recomendo é a do Usabilidoido, <a title="Como fazer um bom briefing" href="http://usabilidoido.com.br/como_fazer_um_bom_briefing_de_website.html">Como fazer um bom briefing de website</a>. <u>Briefing</u> é uma das primeiras etapas de uma construção harmoniosa de um <u>projeto</u>. É no <u>briefing</u> que recolhemos todas as informações importantes do cliente, como <u>público-alvo</u>, dados institucionais, mercado, serviços, produtos e tudo mais vinculado à empresa ou a pessoa contratante. Talvez seja a parte mais importante de um projeto, pois é onde definiremos quais tecnologias utilizar, quais objetivos a serem alcançados e como proceder durante todo o percurso.</p>
<p align="left">&#160;</p>
<h4 align="left">Pessoa física e pessoa jurídica: quem é quem?</h4>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;&#160; <strong><u>Pessoa física</u></strong> “é todo ente dotado de personalidade para o direito, isto é, da aptidão para ser titular de direitos subjetivos.” Pessoa física é todo o ser humano dotado de direitos civís. Então, na teoria, toda pessoa jurídica também é uma pessoa física, mas dotada de certos privilégios jurídicos. <strong><u>Pessoa jurídica</u></strong> é o “conjunto de pessoas ou bens, dotado de personalidade jurídica própria, (…) as pessoas jurídicas (admitidas pelo Direito brasileiro) são de direito público (interno ou externo) e de direito privado. As primeiras encontram-se no âmbito de disciplina do direito público, e as últimas, no do direito privado. (…) um contrato assinado em nome de uma pessoa jurídica só afeta direitos e deveres da pessoa jurídica; não afeta os direitos e deveres pessoais das pessoas físicas que executaram o contrato em nome da entidade legal.”</p>
<p align="left">&#160;</p>
<h4 align="left">Modelo Briefing para pessoa jurídica</h4>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;&#160; Baixe o <a title="Modelo de Briefing" href="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/modelo-de-briefing-letsrider.doc">modelo de briefing para pessoa jurídica</a> do Letsrider!. Nesse modelo, você encontra as principais perguntas que se devem fazer para a empresa ou instituição, levando em conta seus objetivos e características. Esse modelo é apenas para consulta, não sendo cabível para aplicações reais. </p>
<p align="left">&#160;</p>
<h4 align="left"><a href="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/contrato.jpg"><img title="contrato" style="display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px" height="173" alt="contrato" src="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/contrato-thumb.jpg" width="174" align="right" /></a>&#160; Mudanças de Briefing para pessoas físicas ou autônomas</h4>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;&#160; As mudanças são tímdas mas requerem especial atenção. De uma pessoa física, a mais importante informação é o <u>objetivo</u> do website. É aí que saberemos se é um portfólio online, um álbum de fotos, um blog, fórum de discussão etc. É a partir dessas informações que saberemos qual <u>tecnologia</u> podemos usar e abusar.&#160; É importante também saber o que ele faz da vida. Um <u>currículo</u> é ótimo para analisar o perfil da pessoa e traçar suas preferências pessoais. Também não podemos deixar escapar a <u>quantidade de verba</u> que a pessoa dispõe. Por ser uma pessoa comum, provavelmente sua renda não é alta. Antes do briefing, é legal falar dos métodos de pagamento que você pode oferecer para que ele decida a melhor forma de pagar e já inclua essa informação no briefing, ajudando você a montar um cronograma. Provavelmente ele já viu sites lindos e gostaria de ter um igual, mas nunca lembra-se do endereço certo. Então, no briefing, dê margens para ele comentar sobre os sites e tentar lembrar a marca, sem se preocupar com o endereço em si. Essas serão suas <u>inspirações </u>e você entenderá qual o gosto do cliente. Tente saber seu <u>nível de instrução</u> para computadores e internet. Se o usuário for um leigo total, você não poderá utilizar ferramentas mais complicadas como o Wordpress, então sempre prefira ferramentas intuitivas, como Blogger.&#160; Dependendo do nível dele, você poderá ir adicionando ferramentas complexas e conseguirá explicar o motivo do seu uso. Isso também influencia na hora de preparar uma proposta, onde você medirá a quantidade de informação que deverá ceder para o cliente. </p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left"><strong>Fontes:</strong></p>
<p align="left"><a title="http://www.direitonet.com.br/artigos/x/10/02/1002/" href="http://www.direitonet.com.br/artigos/x/10/02/1002/">http://www.direitonet.com.br/artigos/x/10/02/1002/</a>     <br /><a title="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pessoa_f%C3%ADsica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pessoa_f%C3%ADsica">http://pt.wikipedia.org/wiki/Pessoa_f%C3%ADsica</a>     <br /><a title="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pessoa_jur%C3%ADdica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pessoa_jur%C3%ADdica">http://pt.wikipedia.org/wiki/Pessoa_jur%C3%ADdica</a></p>
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<div align="left">
<div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:04ea3837-5ca0-4448-bb24-6996869db4bb" style="padding-right: 0px; display: block; padding-left: 0px; float: none; padding-bottom: 0px; margin-left: auto; width: 464px; margin-right: auto; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/briefing" rel="tag">briefing</a>,<a href="http://technorati.com/tags/pessoas+fisicas" rel="tag">pessoas fisicas</a>,<a href="http://technorati.com/tags/pessoas+juridicas" rel="tag">pessoas juridicas</a>,<a href="http://technorati.com/tags/propostas" rel="tag">propostas</a>,<a href="http://technorati.com/tags/webdesign" rel="tag">webdesign</a></div>
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		<title>Designer X Programador</title>
		<link>http://letsrider.com/blog/designer_versus_programador/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 18:12:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Carvalho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Design]]></category>

		<category><![CDATA[Discussões]]></category>

		<category><![CDATA[discussão]]></category>

		<category><![CDATA[programação]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
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&#160;&#160; Estava lendo a revista deste mês da Computer Arts, edição 14 e me deparei com uma entrevista que faz muito tempo que venho pensando sobre o assunto que foi posto em discussão: Design e códigos, água e vinho? Este é um assunto realmente importante seja para um freelancer como para uma empresa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a title="Programador versus Designer" href="http://www.flickr.com/photos/letsrider/2981333563/"><img title="Programador Versus Designer" alt="Programador Versus Designer" src="http://farm4.static.flickr.com/3163/2981333563_1c996f0c52.jpg?v=0" /></a> </p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;&#160; Estava lendo a revista deste mês da <strong>Computer Arts</strong>, edição 14 e me deparei com uma entrevista que faz muito tempo que venho pensando sobre o assunto que foi posto em discussão: <strong>Design e códigos, água e vinho? </strong>Este é um assunto realmente importante seja para um freelancer como para uma empresa de design. O designer deve saber programação? O programador deve saber design?</p>
<p align="left">&#160;</p>
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<h4 align="left">A WEB 2.0 influenciou o modo de produzir<a href="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/web20.jpg"><img title="web2.0" style="display: inline; margin: 10px 0px 10px 20px" height="148" alt="web2.0" src="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/web20-thumb.jpg" width="130" align="right" /></a></h4>
<p align="left"><strong></strong></p>
<p align="left">&#160;&#160; Com a explosão da <u>WEB 2.0</u>, tudo que um programador ou design antigo sabia foi pouco aproveitado. Antes, tudo era simples de se resolver com programas visuais, como o lendário <u>FrontPage</u> e qualquer empresa achava aquilo o máximo. <u>Flash</u> era coisa para profissionais especializados e somente sites de grandes empresas tinham o luxo de usufruir da ferramenta. A internet foi se evoluindo, a velocidade aumentando, a quantidade de informação beirando o incontável e foi-se criando a necessidade de mostrar diferencial no website, pois tudo já estava monótono. Então veio a <u>WEB 2.0</u>, uma nova forma de pensar e interagir e uma grande chance para os espertos e ligados à novidade. Foi a chance do <u>Youtube</u>, do <u>Orkut</u>, do <u>Facebook</u> e, falando em programação, do discutível <u>TABLELESS</u>. No webdesign, as formas ficaram mais suaves, as cores mais contrastivas e surgiram diversos tipos de arte. O tempo de trabalho para o designer e para o programador se multiplicou, hoje se tornou impossível produzir um website de forma visual como podíamos fazer no <u>FrontPage</u> e dependemos muito mais de linguagens dinâmicas. </p>
<p align="left">&#160;&#160; Hoje ser programador e designer ao mesmo tempo é muito mais complicado. Mas é de fundamental importância que um conheça o trabalho do outro, principalmente <u>freelancers</u>. É como se o designer fosse o compositor e o programador o cantor.</p>
<p align="left">&#160;</p>
<h4 align="left">Freelancer: casamento Webdesign e Código quase-perfeito?<a href="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/liberdade1.jpg"><img title="liberdade" style="display: inline; margin: 10px 20px 10px 0px" height="133" alt="liberdade" src="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/liberdade-thumb1.jpg" width="100" align="left" /></a></h4>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;&#160; Talvez os que mais pensam sobre o assunto são os <u>freelancers</u> (trabalhadores autônomos). Trabalhar sozinho é uma situação arriscada, os <u>freelancers</u> não têm emprego fixo, não possuiem renda fixa, férias remuneradas, direitos de trabalhador e fim de semana. Em compensação, podem trabalhar de onde bem quiserem, terem total liberdade, não passar pelo <em>stress</em> de uma empresa e ter mais criativdade. Por não precisaram pagar encargos públicos, os preços de freelancers geralmente são abaixo dos preços de empresas, mas demoram mais para completar o serviço. Geralmente pessoas desse tipo fazem tudo: produzem o <u>briefing</u>, a proposta, o contrato, fazem o <u>design</u>, estudam e trabalham os códigos e de quebra fazem manutenção e manipulação de fotos. </p>
<p align="left">&#160;&#160; Essa é a maneira mais correta de se trabalhar na área? Existem <u>designers</u>&#160;<u>freelancers</u> que contratam programadores para fazer sua parte de código, acaba encarecendo o projeto mas consegue maior rapidez. Hoje, um <u>freelancer</u> tem conhecimento das seguintes ferramentas (em geral):</p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left"><strong>&#160;&#160; Programador Freelancer:</strong></p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - HTML</p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - PHP</p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - Dreamweaver</p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - CSS</p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - SEO</p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - JavaScript</p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - WEB 2.0</p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - Padrões W3C</p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - Interatividade</p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - Acessiblidade</p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - Webtrends</p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - Usabildiade</p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left"><strong>&#160;&#160; Webdesigner Freelancer:</strong></p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - Photoshop</p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - Illustrator</p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - WEB 2.0</p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - Tendências</p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - Dinamismo</p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - Interatividade</p>
<p align="left">&#160;&#160;&#160;&#160; - Usabilidade</p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;&#160; Como percebemos, nos dois trabalhos o profissional deve estar constantemente se atualizando, descobrindo <u>tendências</u>, <u>padrões</u> e tudo mais. Para ser <u>programador</u> ou <u>designer</u>, não dependemos mais de apenas ferramentas, dependemos muito mais de conhecimento.&#160; Ter conhecimento de todos os lados é o ideal, separar o <u>código</u> e o <u>design</u> quando o profissional já está habilitado a produzir um projeto pensando já nois dois lados é cometer um suicídio, porque o <u>programador</u> não conseguirá chegar ao ponto que o <u>designer</u> pensou. Para um <u>freelancer</u>, com certeza ter conhecimento sobre os dois lados da moeda e saber gerenciar eles sem ter <u>limitações</u>, com certeza será mais produtivo.</p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left"><a href="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/reconhecimento.gif"><img title="reconhecimento" style="border-top-width: 0px; display: block; border-left-width: 0px; float: none; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; border-right-width: 0px" height="193" alt="reconhecimento" src="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/reconhecimento-thumb.gif" width="574" border="0" /></a> </p>
<p align="left">&#160;</p>
<h4 align="left">Empresa: Código e Webdesign em divórcio<a href="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/divorcio.jpg"><img title="divorcio" style="display: inline; margin: 10px 0px 10px 30px" height="123" alt="divorcio" src="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/divorcio-thumb.jpg" width="181" align="right" /></a></h4>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;&#160; Para uma empresa especializada em produzir <u>websites</u>, a situação do casamento entre código e design muda. Empresas geralmente possuem contratos mais elaborados, registros em cartório e maior quantidade de verba. A empresa procura maior <u>rapidez</u> e <u>produtividade</u> e, por isso, não dispõe de muito tempo para o aluguel de apenas um profissional, então o setor deve ser desagregado. Grandes empresas contratam <u>designers</u> e <u>programadores </u>para trabalharem separadamente. O designer produz o layout e entrega com as especificações para o programador, que se encarrega de todo o código. Nesse momento, o <u>designer</u> não toca no código.&#160; </p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;</p>
<h4 align="left">Casamento não é tão bom assim, mas pode ser vantajoso</h4>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;&#160; Aprender código e design é uma tarefa que nem todos conseguem fazer. Temos que ter vontade e jeito para os dois. Do que adianta saber desenhar bem, mas não conseguir aplicar aquilo que está ali no visual? Ou então saber programar bem, mas não ter criatividade? Fazendo o casamento dos dois lados, não conseguiríamos aprimorar o lado que mais temos facilidade, deixando de lados pequenos detalhes apenas para limitar-se ao outro lado. Mas, em compensação, uma pessoa que sabe gerenciar suas idéias pensando tanto no design quanto no código na hora da criação, consegue uma harmonia muito maior do que se ocorresse uma separação, pois a pessoa saberia os limites que poderia ter e tentaria contornar a situação logo no início do projeto, fora que o ganho não seria dividido com um colega de trabalho.</p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left"><a href="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/concentracao.gif"><img title="concentracao" style="border-top-width: 0px; display: block; border-left-width: 0px; float: none; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; border-right-width: 0px" height="192" alt="concentracao" src="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/concentracao-thumb.gif" width="574" border="0" /></a> </p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;</p>
<h4 align="left">Divórcio traz maior liberdade, mas pode acarretar problemas</h4>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;&#160; Separando código do design, conseguimos maior tempo, menor cansaço e ficamos livres para aprender e se especializar na área em que atuamos. Ter de fazer os dois trabalhos é prejudicial para a evolução da área em que temos maior afinidade. Mas é difícil ver um programador falar bem do designer e vice-versa. Os programadores reclamam que o designer faz coisas mirabolantes no desenho que fica impossível passar para o código. Os designers reclamam que o resultado final nunca sai como era para sair. Quem tem razão? Para sanar esse problema, muitos designers consultam o programador para ver se tal coisa é possível, quanto tempo pode demorar etc., o que pode limitar a criatividade do designer. Outro lado ruim é dividir o preço em muitos profissionais e as histórias rixas entre eles.</p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;</p>
<h4 align="left">O correto? Poligamia!<a href="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/poligamia.jpg"><img title="poligamia" style="display: inline; margin: 10px 20px 10px 0px" height="133" alt="poligamia" src="http://letsrider.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/poligamia-thumb.jpg" width="176" align="left" /></a></h4>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;&#160; É difícil chegar a uma conclusão. Mas o que seria mais viável seria realmente a poligamia por parte do profissional. O designer deve se especializar nisso, desenvolver como nunca seu lado artístico, mas sempre ter conhecimento de programação, propaganda, tendências e tecnologias, assim como o programador deve desenvolver como nunca seu lado técnico, mas aprender um pouco sobre design, propaganda, tecnologias e tendências. Só assim ambos os lados chegariam a conclusões mais próximas e conheceriam o limite de cada um, facilitando a vida dos dois.&#160; </p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left"><strong>Referências:</strong></p>
<p align="left">Tirinhas do BUG - <a title="http://www.profissaoweb.com" href="http://www.profissaoweb.com">http://www.profissaoweb.com</a></p>
<p align="left">Revista Computer Arts – Ano 2 Outubro de 2008</p>
</p>
</p>
</p>
</p>
</p>
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